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segunda-feira, 16 de julho de 2012

...

Aqui dentro esta tudo acumulado... E o que faço se esse tudo não se descreve?!! Esse tudo que me persegue? Sem poemas, sem liras, sem rimas... A gente sabe que sò se machuca quem não se protege... não demostrar pontos fracos sempre foi minha forma de me proteger... mas quanto mais armadura mais fragil somos. Fraqueza... Palavra que bloqueia.. Sei que ta tudo meio sem sentido... talvez por ter um EU resentido. Esse eu ta sentindo, como esta sentindo...

quinta-feira, 22 de março de 2012

Alegria Macia!


!Areia branca e fina!
Movimentos de pés e um chegar!
Um respirar fundo e voz invade pensamento, bem macia!- a areia
- Sinta.
...e olhos se deliciam com a tela viva do lugar...

Aurora surgindo rasgando a torta madrugada que se despede.
Aurora já de costas e indo; nesse ir se vai e quase já não é vista.
Aurora grita beleza aos olhos que brilham...
Assim tudo bate.
- Até felicidade bate... e ela ta aqui dando uma de louca, batendo, gritando, correndo, multiplicando, quer ser notada, vista, dividida pra assim ser somada...

*Ela tem mania de Ser*
E que posso fazer?
*Tenho mania de deixar*

Então... Deixa ela se manifestar...
Se aposse desse peito, dessa vida, desse ser.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Com Palavras


!Ela brinca! – Com palavras.
Tece palavras, poeira alma.!
- Tecia... - Brincava.

Há dias tentava escrever, só tentava, pois as palavras desconectadas estavam não se encontravam... Já não cirandavam, de esconde-esconde brincavam.

Parava pra pensar, o pensamento em sua mente não parava de rodar.
Mas como organizar? Como jogar no papel? Pensamentos que giram como carrossel.
Giram, giram,
Giros e mais giros,
Papel ainda está em branco, na mente ela revive lembranças, lugares, pessoas, passado... NOMES... Ausências que estão presentes, saudades que dormem no peito.

Carrossel gira... Giros em seu pensamento.
Papel continua em branco, giros e giros. Caneta já não para em mãos, não se firma; palavras inimigas, não se juntam.
Giros e mais giros e palavras não conectam...

-Espera!...
Olha ela ai, de novo com o novo que é velho...
Cirandando com as palavras.

Brincando com o sentir, brincando com o existir, brincando de novo de escrever...
Tecendo suas escritas, novas escritas...

Se sujando com a POEIRA DA ALMA.
Brincando, cirandando...
Mas até quando?

sábado, 3 de dezembro de 2011

Ali


Deita-se os olhos, inclina na procura o faro, o exato, o ato. Correm-se no corredor a infância, baila no jardim, a alegria nos lábios da família que mora ali.

Ali, LAR, sim. Laço quebrantado, mas que não desata.
Uma? Duas? Algumas vezes.. .Sim ou Não...

Se sente onde não ouve encontro ou entendimento... dentro se si... e ai?
Ai que to aqui, anestesiada em sentir, mas não o seu (meu) sentir... o seu sentir ela aguça com força pois a felicidade dela é forte, blindada e de peito aberto ela encara esse mundo com esse sorriso em alma, essa alegria em essência.

domingo, 13 de novembro de 2011

Assas pesam...!


Por que ali fora a chuva cai, e o canário se curva na força da água que o encharca. Assas pesam se recolhem em frio.

Do bico nem um som, única nota é aquela que cai de seus sinuosos olhos, que se mistura em um dar de mãos à gota de chuva que escorre. Duas gotas, uma nota... Plurais de razões.

Canário curvado, sem coragem pra erguer-se a chuva bate com força tanta força que vibra, uma camada de sons únicos no encontro de suas penas e água, sons esse não notado por aqueles despercebidos.
O vento prendeu sua vontade e se foi; o arco Iris não se desenha mais em céu, escondeu-se... Canário se perdeu do bando, se viu só. Dói o corpo, dói à alma, dói... Dói, dói e frio faz em seu peito congelado.

Chuva desaba com mais intensidade, e com mais força pássaro sente.

Pousado está na porteira e nisso fez um pouso muito mais reflexivo dentro de si. Ele está só ou fugiu? Ele quer ou precisa? Qual o peso do passado e do futuro? E o equilíbrio do agora???!!

De tudo se tem aprendizado, pode ser lição. Viver é um eterno aprender...
Vida é aprendizado... então... :

Porque pra chegar precisa ter saída é preciso passar, necessita haver caminho. Turvo, torto, mas tem que ter caminho, seja montanha, rios ... haverá uma ponte; seja porteira, porta ou chegada.. haverá roseira, com alguns espinhos mas também todo beneficio da beleza e fragrância da rosa...

Canário sabe disso, mas se retira um pouco, do movimento, se recolhe pra si, precisa desse tempo, pra o que tem o que vive. Dentro desse tempo ele se prepara pra um futuro abrir de assas, secas ou molhadas. Mas será em um lindo vôo, pois decide prosseguir, não desistir, pois é de sua natureza ser feliz, cântaro-lar, contagiar, ser símbolo, ser natureza.
Vida... em detalhes tudo é VIDA. Aprenda isso pássaro. A roseira tem espinhos e delicadas pétolas a graça está toda ai, ambos tendo cuidado para manter o equilíbrio e o sentido.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Inesperado!


Hoje a noite deita em peito, não é tristeza, e sim querer...

Porque?! Porque eu tenho o direito de gostar da noite, do frio, do vento, do ar, de neve. Porque eu tenho o direito de gostar de caminhar, de estar comigo mesma, de conhecer lugares, de gostar do outono. Porque eu tenho o direito de gostar de cada coisa, em momentos diferentes, no meu tempo, em determinado tempo. Tudo é uma questão de equilíbrio e de momento.

Por isso repito...

‘’Hoje a noite deita em peito, não é tristeza, e sim querer...’’ No momento é isso que preciso é isso que vivo e isso que me ta fazendo bem.

(papel nas mãos com um percorrer de escrita, isso porque ela teima em sentir o mundo, e quem muito sente teima em escrever).

Olha, sinta...

Com os pés nus, caminho sobre a areia, um vento rasga o local vindo de uma longa viagem, ele está frio e suave. Leveza transmitida ao tocar a pele, os olhos se fecham num abraçar de pupilas, o que proporciona nesse momento viver. Sim vive dentro de si tão intensamente que parece ter se embriagado dela mesma, de quem és.

Queria um lago,
espera... Estou às margens de um lago... Como não me dei conta?!!

Joguei-me tão dentro de mim mesma que perdi noção de onde estava...

Sim. Um lago e em pleno céu uma lua, abrindo luz em meio à noite que ofusca com os brilhos das estrelas. Nesse turvo dança vida, dança detalhe que decora local pra ela (EU) - ela que sente e vive tudo ali. Quanto detalhe esconde nesse lugar, cada um encanta mais, restringe em marcar por ser; mesmo que sem se pronunciar.

Ela queria fazer da areia um colchão, da fogueira um clarão. De moradia esse encanto em coração. Simplesmente por que é assim:.

. às vezes precisamos trocar a rotina, pois nem sempre precisamos de da fala de som de palavras mas sim de gesto, uma atitude mesmo que está venha muda. Inesperadamente. Sim, pois o inesperado surpreende.

Não tem silencio e o pouco que tinha é de vez quebrado por presença que vai chegando...

Pupilas se abrem, um coberto é jogado sobre ela, olhos nos olhos e um sorriso gigantesco dele que parece ima puxando o sorriso dela que sai de dentro de si mesma. Um suspiro profundo e se senta, uma fogueira é feita e madeira começa a queimar, estalando em meio às faíscas levada pelo vento. Um abraço e ela se recolhe entre os braços dele que a conforta, a paz embriagante, o tempo que não gira, a emoção que fica, a felicidade que irradia a alegria, transmitida em olhar. Uma conversa sem som, sem palavras aos ouvidos, mas em gestos entendidos... ela que escrevia deixa cair caneta em chão, sobe a areia põem o papel, com seu sentir, suas palavras transcritas; coloca-se uma pequena pedra encima desse papel, não deixando vento levar... um cuidado, um momento.. pois viver é isso sucessões de momentos... e o que virá?

Pra que pensar? Vai seguindo, vai vivendo sem se preocupar... vai vivendo cada hoje cada agora... faz isso.

Pois é o que to fazendo... Estou deixando a fogueira queimar madeira, mesmo que a brasa não de conta de toda fogueira... Aqui vou á deixando queimar... Nesse silencio falante agora quebrado.

- Haja o que houver... você sabe... VOCÊ sabe?!!!
- Sim eu sei.

As poucas palavras falam ao mistério do local, encanta... sim palavras nem sempre são necessárias, mas quando falam ao coração... Promove o inesperado, também podem emocionar.

A escrita ela deixa pra outro dia que no qual lhe proporcionará um novo um bater forte de coração... com ou sem razão, mas que a afoga em emoção.

domingo, 16 de outubro de 2011

Ela, chuva e janela


Chuva bate no telhado, a cidade se recolhe, assim como história já vividas. Na visão dança-se á música, sonoridade CHUVA.

Pendurada na janela, dia cinza, cada gota de chuva que cai, encaixa como peça de quebra cabeça montando imagem, lembranças no peito dela. Quando jogada ao próprio ego grita-te orgulho matando próprio orgulho. -*eu*-

Dentro de si, encharca-te em sua própria essência que á queima como pimenta em paladar.

Se degusta em ser... ela mesma, mas eu do que nunca...

Ela dança junto as lembranças, vivendo passado. Uma nota de saudade cai de seus olhos e camufla-se nas gotas de chuvas que banha seu rosto ao abrir a janela. Alegria toma conta. Ela salta sai em terreiro canta e baila em magia de água que cai, cai e a sustenta, com tanta ganancia de vida, de futuro, de agora, presente, felicidade...

Pronto... molhada e de alma lavada, ela pula de volta ao quarto e fecha a janela mas não a saudade. Essa não tem como.

Deita apoiada na ventana, criando sorrisos pra viver presente, seguir futuro.

Chuva fina bate na janela, escorrer pelo vidro e cai em terra molhando solo, dando vida a roseira que luta por vida; por fim está acaba de se desabrochar em jardim.

Um grande Sorrir, ela solta... pois sabe o que isso significa, e como ela sabe, mais do que qualquer um ela sabe.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Insensivel, sensivel


Jogada em cima da cama e olhos vidrados no teto. Pensamentos correm soltos em minha mente e estatica estou, não mudo de posição.

Muitos relatam que sou insensivel, que existe em mim um lado negro, um lado bruto, seco, orgulho em soberania que não entrega seu coração. Imagem de um desfarce de proteção; não se apaga é retratada sem virgula é ponto.

Percorre em mim um grande medo, não mais me reconheço. Grito por dentro, saudades de mim me fazem chorar...hoje derrotada, ao próprio pesadelo, aquilo que tanto temia... aonde anda aquilo que chamamos de verdadeiro? Porque tanta falsidade me cerca? Ao olhar para trás um passado de verdades inventadas contadas a mim que hoje não sei destinguir.

Como não ser fria? Como não me proteger... sou feitas de sentimentos... se vistindo uma imagem de armadura me machucam imaginan como seria sem esse disface do coração. Me matariam de um vez sem qualquer equivoco. Não teria resurreição.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Estância


Em visita o sereno deita sobre a estância, a fina camada de chuva se faz companhia á campina, do repousar do sol. Dois fenômenos que juntos dão espetáculo em um desenhar em cenário de natureza; feixes de mel dourado refletindo destino. ...

Mas o que esperar do DESTINO? Dá para esperar alguma coisa? Deixar acontecer ou correr atrás?!!!

Paralelepípedos cortam o pé da serra sustentando o caminho, conduzindo ás margens do Araguaia, senta-se na areia sozinha ela mais uma vez.

Presença raiz que local fala por si.

Em olhos correm o silêncio, na mente dança sensações do refletir...
(...) – Viver é um constante ponto de partida. (...)


Uma decisão e # ATITUDE # ... Basta isso e quanta coisa muda!

Quebrar-se e ir reconstruindo-se com as situações... Reconstrução que nos exige deixar algo para trás...

- Quanto custa crescer? Amadurecer? Preço...
Custa você, pedaços do que é, ou foi... Poeira de toda sua essência!
Reconstrução que trás ganhos, pedaços de você modificados, mais fortes, trás você e mais aprendizado...


O silêncio dos olhos abraça um sorriso e duas gotas de lágrimas escorrem pela face, acaricia o sorriso e beijam o solo.


Sentada ali ela, se encontra... Ela se vê junto à calmaria que deseja.


Caiu, caiu sim quantas vezes, mas da sua maneira torta se levantou, pegou a poeira que a sujou e pois no bolso, pra lembrança. Falou, se calou, acertou, errou... Modificou-se aprendeu, viveu, foi da sua maneira torta, mas foi. Suportou na maioria das vezes sozinha em outras com companhia, passou, mas ta ai tentando, vivendo, seguindo, sendo.

Quando algo vai, outro chega – Mudança...


A lágrima que beijou o solo, não significa tristeza, muito menos arrependimento. Significa todo seu crescimento, e o desejo que quer pra si. Sela esperança.
Ela, sim ela nas margens do Araguaia, mas do que nunca tem pra si:

- Nada para, constante movimento, vida, viver... Cada movimento um novo ponto de partida!

Sem perceber uma voz quebra o silêncio dizendo # - Sabia que ia te encontrar aqui.

Então um abraço lhe abraça e com ele um sussurro

# -SAUDADE...#

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Em que campo está seu sonho?!?!


Onde está o seu sonho? Em que canto se esconde?
Ele está aqui!! Mas aqui na se realiza.
O caminho está logo ali... do outro lado do oceano.!

Pegar o caminho?!?!!

Arriscar voar com o coração
assas de um sentimento perdido em meio a razão
oscila nos extremos se encontrando
Finalidade me mudando, testa minha pessoa, meu eu, meu coração

Força de vontade e um querer de tapete verde
instrumento esférico, dançando nos pés
conduzido pela alma atravessando um gramado campo
pulsa no corpo, colocando abola no fundo de uma rede
coração bombeando nos pés.

Parte de mim habita um mundo diferente
parte de mim é esse novo mundo
Mundo que me quebra e me refaz;
me renasce, que me tira tormenta, que sufoca os meus problemas

Jogar futebol é assim, assim em mim
Um tudo, um existir... parte de mim

Esportes mundo fascinante, viciante
Adrenalina de viver se arriscando entre perder e ganhar
se esconde em um campo, e no campo me faz sonhar...
Um sonho? SIM um sonho!


Em que canto? Campo?! Onde se encontra seus sonhos?
Sonhar! Buscar! Realizar! Seja o que ele for!

UM sonho? Sim um sonho!

Afinal... não custa nada sonhar..